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Após manifestações, Maia recua e descarta impeachment de Bolsonaro


Após ser alvo de manifestações populares, em especial no Rio de Janeiro e em Brasília, que pediam seu impeachment, Rodrigo Maia, atual presidente da Câmara, descartou instaurar CPI para investigar a demissão de Sérgio Moro ou aceitar qualquer dos pedidos de impeachment de Bolsonaro protocolados.

Rodrigo Maia passou alguns dias sem dar entrevistas ou declarações públicas e, por isso, foi alvo de muitas especulações quanto às suas verdadeiras intenções e à agenda que defende, se a do interesse público ou a do interesse próprio e partidário.



Hoje, surgiu e, dentre outras coisas, disse que nomear ou exonerar ministros é papel do Executivo e, se houver problemas nesse processo, o procurador-geral, Augusto Aras, já pediu apuração ao STF.

Ele também disse que a agenda prioritária da Câmara é a votação de projetos relacionados ao coronavírus e suas consequências na economia, principalmente para que se evite um colapso do sistema de saúde e um aumento muito grande na taxa de desemprego.

Com informações da Agência Brasil