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O “mimimi” de Joice Hasselmann


Joice Hasselmann defendeu hoje a renúncia de Jair Bolsonaro para trazer estabilidade ao país e voltou a acusar o “gabinete do ódio” de continuar atuando, agora contra Sergio Moro.

“Eu estive dentro do governo durante muito tempo. Comandei a liderança do governo no Congresso e fui quem levou à CPI as provas da existência das provas do gabinete do ódio, um esquema criminoso montado e financiado com dinheiro público e também dinheiro privado”, afirmou a deputada à CNN.

Acrescentou que conseguiu a senha do “gabinete do ódio” e que já entregou ao STF e à CPI das Fake News as mensagens difamatórias e caluniosas contra as autoridades.


“Não é segredo para ninguém que existe um gabinete do ódio dentro do Palácio do Planalto, comandado pelo Carlos Bolsonaro. Tem prints que mostram que não é invenção. Eu entrei dentro do gabinete do ódio, consegui uma senha desse grupo”, disse.

Contou que passou a ser atacada quando discordou da troca da liderança do PSL na Câmara. “Estão fazendo hoje com Sergio Moro, dentro do gabinete do ódio, exatamente o que fizeram comigo e assim farão com qualquer um que ouse discordar dos filhos do presidente.”

Informação O antagonista.