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Gabriel Monteiro volta à PM e promete: ‘Mal não irá triunfar’

Soldado se disse perseguido por “quebrar o sistema”

PM Gabriel Monteiro denunciou perseguição na corporação - Foto: Reprodução
O policial militar Gabriel Monteiro foi reintegrado oficialmente à corporação nesta segunda-feira (10), após ser expulso acusado de deserção pela PM do Rio de Janeiro. Em suas redes sociais, o soldado divulgou um vídeo em que comemora o retorno às atividades e atribui a vitória a Deus.

– Tentaram destruir meu sonho, vilipendiar minha imagem. […] Foi um dos momentos mais tristes da minha vida, achei que minha história tinha acabado. […] Mas, graças a Deus, consegui provar mais uma vez que poderosos, gente forte, estão tentando me destruir, e não tiveram êxito. Voltei a ser PM. […] Esqueceram de combinar com Deus. Jesus me assegurou na Polícia Militar – afirmou.



O militar, que também é youtuber, disse ainda que houve uma conspiração interna para que ele fosse expulso da corporação. Segundo Gabriel, trata-se de uma perseguição por ele denunciar os erros da PM e por tentar “quebrar o sistema”.

– Nã peçam para eu parar, pois agora cada vez mais irei quebrar esse sistema. Davi era pequeno na luta contra Golias, mas esqueceram que Davi estava com Deus. Tem muitos poderosos, gente forte, que podem acabar com minha vida, mas precisa da permissão de Deus – disse o PM.

O soldado também prometeu denunciar “gente poderosa” e cravou “ o mal não irá triunfar”.



– Nos próximos dias, vou mostrar gente poderosa que infelizmente vilipendia a farda para cometer atos ilegais. Vou mostrar que a maioria dos PMs são honestos, mas existe uma pequena parte de poderosos, que não está na mídia e nem na rua, mas em escritórios, cometendo atos desumanos. Se vão acabar comigo ou não, é permissão de Deus. Mas o mal não irá triunfar – garantiu.


Apesar da reintegração, Gabriel Monteiro ainda irá responder pelo crime de deserção. Antes disso, o youtuber também já enfrentava uma ação disciplinar por quebra de hierarquia, processo administrativo que pode levar à expulsão definitiva do militar.

Por Gabriela Doria, Pleno News