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Tiro não veio da polícia e a Esquerda se cala sobre mãe morta por traficantes. E agora Fachin?


A Ana Cristina, 25 anos, levou dois tiros de fuzil que partiram de traficantes que estavam em guerra em uma comunidade da Região Central do Rio, foi só uma entre as dezenas de vitimas que o tráfico está fazendo neste exato momento autorizado pelo senhor e seus 10 asseclas.


Era de se esperar.

Com a decisão do ministro Luís Edson Fachin de proibir as operações policiais nas favelas e morros do Rio de Janeiro, a bandidagem iria e está fazendo a festa. E infelizmente, temos mais uma vitima de bala perdida, mas como é impossível que o tiro tenha sido dado por um policial, a mídia se cala.

Caro senhor Luís Edson Fachin, no futuro, quando o senhor já ter trilhado o caminho de todo o homem, seus descendentes irão fazer a mesma coisa que os herdeiros de Roberto Marinho fizeram, virão a publico dizer que não concordaram com sua decisão, e pedirão perdão por todas as vitimas.

A Ana Cristina que levou dois tiros de fuzil que partiram de traficantes que estavam em guerra em uma comunidade da Região Central do Rio, foi só uma entre as dezenas de vitimas que o tráfico está fazendo neste exato momento autorizado pelo senhor e seus 10 asseclas.

Mulheres estão sendo estupradas, alemães estão sendo justiçados no famoso micro-ondas de pneu, descontentes estão abandonando suas casas sob as ordens dos 'donos das favelas'.

Ana Cristina da Silva, de 25 anos, não voltará mais para seu filho, e o senhor tem responsabilidade por isso. Como aqui na Terra não existe ninguém para julgar o senhor, eu te entrego nas mãos do SENHOR, Ele te ensinará o que é JUSTIÇA.

Agora senhor Fachin, a droga rola solta. Agora só falta vocês aí do Supremo Tribunal Federal proibir a Polícia Rodoviária Federal de fazer operações nas estradas em busca da droga esperada nas favelas, faculdades e raves. Afinal de contas para que serve o habeas corpus coletivo decretado para que a vagabundagem negocie em paz se sua maconha e cocaína não está chegando no morro?



Agora que o diálogo estava voltando a ficar “cabuloso”?

Até parece que o vocês aí desse que já foi o Supremo Tribunal Federal acabam de dar uma nova interpretação segundo a Constituição ao milenar principio do Direito Natural que até estes dias era um dos sustentáculos do estado democrático de direito.

As faculdades nos ensinaram que o Nullum crimen sine lege significa que não há crime sem lei, ou seja, é imprescindível que a conduta delituosa tenha sido definida como tal pelo Estado.

Isso já era, Fachin e os demais garantistas dos direitos dos manos, estupraram o latim e decidiram que agora Nullum crimen sine lege significa:

There is no crime, fuck the law.

Não há crime... a lei? Ora a lei...

Em um país onde a alma mais honesta é o Lula, a gente consegue ser mais maquiavélico do que o Maquiavel:

Aos amigos? TUDO. Aos inimigos? A lei.

Aos traficantes, aos corruptos, aos antifas, ao Adélio, ao Renan... Tudo. Aos traficantes, o salvo conduto. Aos corruptos, os habeas corpus das madrugadas. Aos antifas, a blindagem contra qualquer investigação. Ao Adélio, um delegado amestrado. Ao Renan... Bem, o Renan, é o Renan. Ao Renan TUDO ao cubo.



Ao presidente Bolsonaro, aos seus ministros, eleitores, e apoiadores, não apenas a Lei, mas os rigores da lei.

E se não existir lei? Fuque-se, o Supremo Tribunal Federal legisla e criminaliza.

Mas uma hora a conta chega. A corda estica. O povo não aguenta. E o bicho pega.

Parece que o STF e outras pessoas neste país que estão querendo ver o circo pegar fogo. Não estão nem aí se alguém vai se queimar, ou se todos vão se queimar. Loucura.

A brincadeira agora é ladrão-ladrão. Não adianta ligar para o 190. Pode fechar o Disque-Denúncia. Se estiver em uma situação de risco agora, é melhor você ligar para o Batmam, ou para o Supermam.


Denilson Faleiro de Souza. Advogado.