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Coppola explica didaticamente a enorme popularidade de Bolsonaro e vídeo viraliza (veja o vídeo)

Fotomontagem ilustrativa
Questionado sobre a enorme aprovação de Jair Bolsonaro, e se ela é realmente consistente, o comentarista Caio Coppolla deu uma explicação extremamente convincente.

De fato, o presidente inegavelmente goza atualmente de uma altíssima popularidade. Algo inquestionável.

Caio é preciso e contundente em sua explanação:

“Chegaram a associar o presidente da República a um assassinato de uma parlamentar, mesmo contra todas as evidências noticiadas na própria matéria. No jornal de maior circulação, o editorialista publicou um artigo odioso, intitulado “Porque torço para que Bolsonaro morra”. Atos contra o governo, realizados por vândalos encapuzados e armados de paus e pedras, foram rotulados como ‘manifestações democráticas’, enquanto as imagens mostravam esses delinquentes agredindo a polícia e atacando grupos com mulheres, crianças e idosos. Vocês acham mesmo que a população não percebe isso?”

E Caio prossegue:

“As elites estão conseguindo a proeza de transformar um dos homens mais poderosos do Brasil, numa vítima perante a opinião pública. Porque a tendência natural das pessoas é ter empatia por quem é atacado injustamente a todo o tempo.”

E o brilhante comentarista desenha o cenário:

“Então se você acusa um presidente de fascista e autoritário, mas ele defende as liberdades individuais do cidadão contra os abusos dos governadores e dos prefeitos, ele sobe. Se você fala que o presidente é inimigo da ciência na pandemia, mas a ‘ciência’ erra de forma grosseira e gradualmente incorpora a visão original dele (do presidente), ele sobe. Se você alega que o presidente não se importa com os trabalhadores, mas ele edita uma medida provisória que salva milhões de contrato de trabalho, ele sobe. Se você diz que o presidente é inimigo dos mais pobres, mas as políticas do governo beneficiam justamente os mais pobres, ele sobe. E se você fala que o presidente é um preguiçoso, mas a televisão mostra o cara trabalhando das 7 da manhã, às 10 da noite, inclusive aos finais de semana, visitando diversas cidades pelo Brasil, inaugurando obras que estavam paradas há anos, ele sobe.”

E Caio conclui:

“Ele sobe usando como escada todo o ressentimento, toda a inveja e toda a incoerência de seus críticos.”

Veja o vídeo:


Fonte: Jornal da Cidade