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Fundação do globalista George Soros doa US $ 5 milhões para promover “direitos humanos” no Brasil


A fundação do globalista George Soros, a Open Society Foundations (OSF), anunciou um compromisso de cinco anos e US $ 5 milhões em apoio aos esforços para promover o que a fundação chama de “direitos humanos” no Brasil, em um comunicado de imprensa de 10 de setembro.

Investimentos anuais de US $ 1 milhão da OSF e fundos adicionais levantados de financiadores nacionais e internacionais apoiarão os esforços da Conectas Direitos Humanos, uma organização de “direitos humanos” com sede em São Paulo, que diz que monitora processos judiciais focados em defesas da “democracia”, “direitos humanos” e a “regra da lei”. Entre outras coisas, os fundos serão utilizados pela organização para fortalecer sua capacidade de usar o litígio estratégico como uma ferramenta de pressão e influência em situações políticas e socioeconômicas no Brasil.


A organização também se engaja em advocacy – uma prática política levada a cabo por indivíduo, organização ou grupo de pressão, no interior das instituições do sistema político, com a finalidade de influenciar a formulação de políticas e a alocação de recursos públicos – junto a organismos internacionais como as Nações Unidas (ONU) e a Organização dos Estados Americanos (OEA), bem como campanhas e treinamentos que visam mobilizar o público e apoiar ativistas.

Em um forte ataque ao governo conservador do Presidente Bolsonaro, eleito democraticamente com mais de 57 milhões de votos de patriotas brasileiros, o diretor regional para a América Latina e Caribe da fundação Open Society Foundations, o paulistano Pedro Abramovay, disse:

“Com alcance global, Conectas é uma das principais organizações de direitos humanos no Brasil e tem um longo histórico de combinação eficaz de trabalho de comunicação e advocacy de políticas com ações judiciais, uma combinação extremamente necessária em tempos de autoritarismo crescente e retrocessos crescentes para os direitos humanos.”


A diretora executiva da Conectas, Juana Kweitel, acrescentou: “Uma sociedade civil forte e vibrante é essencial para a democracia. Os ataques profundos à democracia e à liberdade que estamos vivenciando deveriam ser um chamado para que os brasileiros apoiem conscientemente as organizações que defendem o Estado de Direito; estamos entusiasmados em ver a filantropia brasileira se unindo para fortalecer a cultura de doação e diversificar as fontes de financiamento para a sociedade civil no país.”